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Semanário | Sexta-Feira | 9 de Dezembro de 2016 | Ano X | N.º 326

Director: Fernando Borges

ALDEIA
NATAL
DO SEIXAL

Págs. 2 e 3

SOCIEDADE

DESTINOS

ENTREVISTA

REPORTAGEM

Transtejo

Faial

LA2u

Sibilas Fashion

Diariamente, centenas de passageiros
desesperam na estação fluvial do Seixal
e no Cais do Sodré, em Lisboa, devido à
falta de barcos que assegurem a ligação
para o Seixal.

Uma estranha sensação do belo. Dizem
que são as filhas de uma deusa, filha de
Neptuno e de Anfitrite. São nove. E todas elas têm um nome. Também uma cor.
Como “Ilha Azul” ou Ilha do Faial.

Uma Banda com estilos musicais diversificados, em que o ponto forte concentra-se
nos anos 80 e no rock, passando pelos clássicos portugueses, êxitos brasileiros, pop,
blues, música espanhola e até pimba...

Pág. 5

Pág. 6

Pág. 8

Organizado pelo grupo de dança Sibilas,
da responsabilidade da Prof. Virgínia Gonçalves, realizou-se no palco do CCRAM
um espectáculo de moda que já vai na sua
6ª edição, numa noite de glamour, música,
dança e fantasia.
Pág. 12

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entrevista
2

Aldeia Natal do Seixal

O Natal está mesmo à sua porta até dia 18 de dezembro

Celino Cunha Vieira

Começou esta semana mais uma edição da Aldeia Natal do Seixal. Para saber o que vai acontecer e quais
os objetivos deste evento falámos com a vereadora Manuela Calado, responsável pelo pelouro dos Recursos
Humanos e Desenvolvimento Social.

editorial

Já se sente o Natal por todos os
lados e segundo me dizem, mal se pode
andar pelas catedrais do consumo que
estão a abarrotar de gente por todos
os lados, numa azáfama de encontrar
a prendinha que se viu no folheto,
porque tem um determinado desconto
em cartão e que se pode aproveita numa
próxima compra.
Nos tempos que correm estas
promoções são muito bem-vindas
porque o dinheiro não chega para tudo
e fica sempre bem ter uma pequena (ou
grande) lembrança para os familiares e
amigos mais chegados. Infelizmente o
comércio tradicional tende a desaparecer
e nem esta época é já suficiente para
o salvar, vendo-se confrontado com
uma concorrência bem organizada,
agressiva e impossível de acompanhar.
São os novos tempos a que nos temos
de adaptar.
Também agora chega-nos através
da televisão o Natal dos Hospitais e
as várias reportagens sobre o Natal
dos Sem-abrigo, o Natal das Cadeias,
o Natal dos Bombeiros, os Bazares de
Caridade, etc., para nos fazer lembrar
que existem pessoas que estão em pior
situação do que nós. Isto faz-me sempre
lembrar a obra de Joracy Camargo
“Deus lhe Pague”, em que dando uma
esmolinha aos mais desfavorecidos,
limpamos a nossa consciência e já nos
podemos empanturrar na noite e dia de
Natal.
Não sei porquê (ou saberei?) mas esta
época deprime-me e entristece-me por
me lembrar dos outros 11 meses em que
não há nada disto, quando, como dizia
o poeta, “Natal é quando um homem
quiser” e Natal deveria ser os 365 dias
do ano. Dou até comigo a pensar que
se calhar um por cento daquilo que se
gasta nesta época em iluminações e fogo
de artifício por esse mundo fora, daria
para matar a fome a milhões de seres
humanos que morrem por subnutrição.
Mas não os quero maçar mais com
estas minhas divagações, nem é meu
propósito criticar quem quer que seja
por viver este espírito natalício com
muita paz, saúde e alegria, que é o meu
desejo para todos.
Nesta edição fazemos capa da Aldeia
de Natal do Seixal e desenvolvemos o
tema nas páginas seguintes, falamos
sobre as anomalias que se têm verificado
com as ligações fluviais entre o Seixal
e Lisboa e nos “destinos” fomos até à
maravilhosa Ilha do Faial nos Açores.
Também hoje iniciamos a publicação
da História das Colectividades com a
Sociedade Filarmónica Democrática
Timbre Seixalense e contamos com
as habituais colunas dos nossos
colaboradores
que
semanalmente
contribuem para que este Jornal seja do
agrado dos seus leitores.

Que atividades destacaria?
A Aldeia Natal do Seixal tem atividades
para todos os gostos e para todas as idades.
Penso que os mais pequenos terão especial
interesse em conhecer a Casa do Pai Natal
e a Fábrica dos Brinquedos, para além
claro, da já referida pista de gelo. O circo,
o Bosque Encantado, os Carrosséis e os
insufláveis serão também, com toda a
certeza, motivo de grande atratividade. Já
o espaço do Hospital das Brincadeiras será
certamente um dos locais mais procurados,
com todos os seus ateliês, teatros e
atividades que farão também as delícias
dos mais novos.

Aldeia Natal do Seixal. Como define
este evento?
Trata-se de uma iniciativa que vai já
na terceira edição e que é um lugar onde
toda a família se pode juntar para celebrar
o Natal. A magia da quadra natalícia está
espalhada por todo o recinto, podendo
aí encontrar-se o Mercado de Natal com
artesanato, doçaria e produtos regionais,
espetáculos de circo e até uma pista de
gelo a partir do dia 11 de Dezembro, uma
novidade que pretendemos implementar
este ano.

E para os mais crescidos?
Estou em crer que os mais crescidos
terão especial interesse principalmente
pelo Mercado de Natal com o artesanato,
a doçaria e os produtos regionais. Os
Cânticos de Natal, os vários ateliês e as
inúmeras animações serão seguramente

O espetáculo Natal do Hospital no
Seixal decorre também este ano na
Aldeia Natal?
Precisamente. A Aldeia Natal do Seixal
aborda um tema que é muito importante,
a necessidade de construção do hospital no
concelho. Iremos ter o já habitual Natal do
Hospital do Seixal, no dia 17 de dezembro,
às 15 horas, com a presença de inúmeros
artistas que se associam assim a esta causa.
Apenas a título de exemplo destaco a
Diamantina, o Dany Silva, os Banza,
o grupo de percussão Karma Drums e
o Coro dos trabalhadores da Câmara
Municipal do Seixal, Seixal Vocalis. Para
além deste evento, vai decorrer também no
recinto a Campanha 1 Voto pelo Hospital
no Seixal, onde quem quiser pode votar
como forma de reafirmar a necessidade
deste equipamento hospitalar.
Para além da parte recreativa,
esta iniciativa tem também uma
componente social, correto?
É verdade. Este ano iremos associarnos a mais uma causa solidária, pois
iremos apoiar a Operação Nariz

Espetáculo Natal do Hospital no Seixal
No dia 17 de dezembro, às 15 horas, tem lugar na tenda do circo Atlas mais um espetáculo do Natal do Hospital no Seixal.
Esta é uma das muitas iniciativas que têm sido levadas a cabo pelas comissões de utentes de saúde, órgãos autárquicos e
Plataforma Juntos pelo Hospital para reivindicar a necessidade do hospital no concelho. Vários artistas nacionais e locais
têm participado neste evento que pretende lembrar o quanto este equipamento é importante para a população.
Importa lembrar que o concelho é servido pelo Hospital Garcia d’ Orta, em Almada, que foi construído para 150 mil habitantes e que serve atualmente 450 mil dos concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra. Isto leva a elevados tempos de espera
neste equipamento, quer nas urgências, quer nas consultas externas de especialidade e nos exames complementares de
diagnóstico.
O Hospital no Seixal, um equipamento de proximidade, vocacionado para o serviço ambulatório, irá permitir descongestionar o Hospital Garcia de Orta que, apesar de ser um hospital de referência, não tem recursos suficientes para responder
a tantos utentes.

Administração, Redacção
e Publicidade

Director: Fernando Borges - CP1608
Registo do título: 125282
Depósito Legal: N.º 267646/07
Contribuinte N.º 194 065 499
Propriedade e Editor: Ângela Rosa

Haverá algum programa específico
para as escolas?
As Escolas do concelho estão convidadas
a visitar a Aldeia Natal do Seixal, nos dias
13, 14 e 15 de dezembro, pois haverá
um programa de ateliês temáticos, teatro
infantil e de marionetas dirigido aos nossos
alunos.

outras atrações. Destaco ainda a existência
de um Madeiro de Natal, à semelhança do
que se faz em muitas aldeias do País e que
por aqui não é habitual ver-se.

Rua Seixal Futebol Clube, n.º 1, 1.º Dt
2840 - 523 Seixal
Telm. 969 856 802
Telf. 210 991 683
comerciodoseixal@gmail.com
http://jornalcomerciodoseixalesesimbra.wordpress.com
Facebook: Comércio do Seixal e Sesimbra

Director Adjunto: Celino Cunha Vieira TE1218
Directora Comercial: Ângela Rosa
Paginação: Sofia Rosa
Desporto: Luis Pontes CO1039
Repórter: Fernando Soares Reis CP6261
Colaboradores: Adriana Marçal, Agostinho António Cunha,
Alvaro Giesta, ANIVET - Consultório Veterinário, Dário Codinha,
Fernando Fitas CP2760, Hugo Manuelito, José Henriques, José
Lourenço, João Araújo, Jorge Neves, José Mantas, José Sarmento,

Maria Vitória Afonso, Maria Susana Mexia, Mário Barradas, Miguel
Boieiro, Paulo Nascimento, Paulo Silva, Pinhal Dias, Rúben Lopes,
Rui Hélder Feio, Vitor Sarmento.
Impressão: Funchalense - Empresa Gráfica, S.A.
Tiragem: 15.000 exemplares
O «Comércio» não se responsabiliza nem pode ser responsabilizado pelos
artigos assinados pelos colaboradores. Todo o conteúdo dos mesmos é da
inteira responsabilidade dos respectivos autores.

CSS | 9 de Dezembro de 2016

3

Vermelho, que vai estar presente nesta
grande iniciativa. Iremos também ter
no recinto uma campanha de adoção de
animais do Canil/Gatil Municipal.
E quanto ao Concurso de Doçaria de
Natal?
A Aldeia Natal do Seixal contempla
também este ano um Concurso de Doçaria
de Natal. Este concurso, dirigido a pastelarias
e padarias, doceiros particulares, associações
de reformados e movimento associativo,
tem como principal objetivo a divulgação
e promoção da doçaria tradicional da
época natalícia. Os doces a concurso vão
ser apreciados pelo júri na Aldeia Natal do
Seixal, no dia 10 de dezembro, na tenda
do Hospital das Brincadeiras. O júri é
constituído por representantes da Escola de
Hotelaria e Turismo de Setúbal, da Escola
Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril,
da Associação de Comércio e Serviços do
Distrito de Setúbal – Delegação do Seixal,
da Entidade Regional de Turismo da Região
de Lisboa e da Câmara Municipal do Seixal.
Este ano está também a decorrer um
Passatempo de Natal que envolve o
comércio local. O que nos pode dizer
sobre esta iniciativa?
É verdade. Promover o comércio local é
também uma das nossas prioridades, pelo
que se encontra a decorrer até ao dia 7 de
janeiro de 2017, em vários estabelecimentos
comerciais do concelho do Seixal, um
passatempo de Natal, com o objetivo de
premiar os clientes que se mantêm fiéis ao
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comércio local e, ao mesmo tempo, apoiar
os empresários locais. A iniciativa é da
Câmara Municipal do Seixal e da Delegação
do Seixal da Associação do Comércio,
Indústria, Serviços e Turismo do Distrito
de Setúbal.
E para quem ainda não sabe, como
funciona o passatempo?
É muito fácil. Os estabelecimentos
aderentes à iniciativa, que estão devidamente
identificados, atribuem senhas numeradas
aos clientes, consoante o valor despendido
na sua loja. No dia 13 de janeiro é feito
o sorteio e haverá cinco prémios, entre os
quais uma viagem aos Açores, um fim de
semana no Algarve e três máquinas de café.

Programa
14.30 horas – Abertura do recinto
Desfile e atuação dos Karma Drums
15 horas – Início do espetáculo
Classe de talentos do Centro Cultural e
Recreativo do Alto do Moinho
Grupo Coral Seixal Vocalis
Black & White
15.30 horas – Momento protocolar
Intervenções da Comissão de Utentes
de Saúde do Concelho do Seixal, do
presidente da União das Freguesias do
Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires,
do presidente da Assembleia Municipal
do Seixal e do presidente da Câmara
Municipal do Seixal
15.45 horas – Espetáculo
Maria de Lourdes
Manuela Sameiro
Mário Barradas
Elisabete
Joana Mestre
Fernando Viegas
Diamantina Rodrigues
Manuel Doellinger
Filipa Ruas
Banza
Telmo Miranda
Ricardo Mestre
Dany Silva

sociedade

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ENTRE O ALENTEJO E A DIÁSPORA

Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense

Manuel de Oliveira Rebelo:

Memórias da casa mãe do Movimento Associativo Seixalense (1)
Maria Vitória Afonso

Voltei às minhas raízes. Raízes essas
que são profundas e diversificadas.
Do lado paterno uma costela algarvia;
minha bisavó que não conheci era de Salir perto de Loulé. Meus avós maternos
do concelho de Ourique e daí a minha
sedução pelo Campo Branco região onde
vivi algum tempo na companhia desses
avós.
Para quem não conhece a fundo a região do Baixo Alentejo direi que o Campo Branco engloba os concelhos de Castro Verde, Mértola, Aljustrel, Ourique e
Almodôvar.
E como o concelho de Castro Verde era limítrofe do de Ourique e tinha
a celebérima Feira de Castro eu desde
criança conhecia bem essa zona e sempre
mantive paixão por esta povoação.
E porquê? Pelas suas gentes, pelas suas
características geo-morfológicas e pela
sua biodiversidade de grande valor biológico.
São várias as espécies de aves que habitam as pseudo-estepes ou as estepes cerealíferas desta região: as abetardas, o peneireiro das torres, o tartaranhão caçador, o
sisão, o cortiçol de cabeça negra, etc.
O programa Castro Verde Sustentável
visa promover a conservação das aves estepiárias da região do Campo Branco pela
importância das várias espécies de aves,
nalguns países até em vias de extinção.
As estepes cerealíferas desta região são
reconhecidas nacional e internacionalmente pela importância para estas espécies de aves.
E não esquecendo que Castro Verde
foi um dos concelhos que a par do de Serpa mais trabalhou para que a candidatura
do Cante Alentejano fosse reconhecida
e elevada a Património Imaterial da Humanidade. Desta vez os Agricultores do
Campo Grande e a Liga para a Protecção
da Natureza decidiram elaborar uma candidatura para a criação do Plano Zonal de
Castro Verde. Assim lá para meados do
próximo ano este concelho aguarda que
a Unesco.
Reconheça esta zona do distrito de
Beja como “Reserva da Biosfera da Unesco”. Ou seja reconhecer aquilo a que a
Associação dos Agricultores do Campo
Branco e a Liga para a Protecção da Natureza consideram ser um Eco-Sistema
Humanizado de Alto Valor Natural.
Aguardaremos com muita esperança
que o trabalho colectivo em prol da Preservação da Natureza seja realmente reconhecido para bem desta região e para
nosso orgulho.
É que os alentejanos, não só os que vivem aí mas também os ausentes do seu
Alentejo amado.
Apreciam o reconhecimento não só do
valor da sua terra em termos de eco-sistema mas também os que tanto trabalham
para o enriquecimento da sua terra.

Fundada em 1848 por um punhado de homens que se confessavam adeptos
dos ideais Franceses na luta que opunha estes a Prussianos, a Sociedade
Filarmónica Democrática Timbre Seixalense é a mais idosa de todas as
instituições associativas do Concelho do Seixal.
DR

Local de convívio entre os amantes da causa
francesa, esta agremiação manteve uma
actividade regular até 1908, ano em que, por
razões diversas, mormente as que se prendem
com a cisão ocorrida anos antes no seio da sua
massa associativa, praticamente se extinguiu.
Refundada em 1911, desde logo intentou
afirmar-se como uma das entidades locais
com maior proeminência no domínio da
divulgação das diversas formas de criação
artística, com especial saliência para o ensino
da música e para a leitura.
Não surpreende, assim, que tenha sido
a primeira colectividade do concelho a
proceder à instalação de uma biblioteca, no
âmbito da qual levaria a efeito, ao longo da
sua existência um vasto conjunto de eventos
de relevante interesse cultural, social e
político, actividade que manteve, até à data
do encerramento desta, já na década de
setenta.
É o relembrar de muitos desses momentos
de inquestionável brilhantismo na vida da
Timbre, que se pretende passar a letra de

forma, colhendo para o efeito, o depoimento
de alguns dos homens que deles foram
protagonistas e que, por isso, melhor os
recordam, salvaguardando, desse modo, o
precioso legado humano de tão rica vivência.
Considerado entre a massa associativa da
Timbre Seixalense, como um dos mais
distintos consócios, fruto da sua enorme
experiência da vida associativa e do
incomensurável espólio de recordações que
esse conhecimento lhe proporcionou, Manuel
de Oliveira Rebelo, 79 anos, é um nome
incontornável sempre que se inquire alguém
sobre o vasto património humano e cultura
desta popular colectividade seixalense.
Neto de Manuel Joaquim de Oliveira,
um pequeno industrial de moagem, que
no final do século passado explorou entre
outros, o moinho de maré de Corroios, e,
que nos momentos imediatos à refundação
da aludida agremiação se afirmou como um
dos grandes beneméritos da mencionada
sociedade, sendo por isso, denominado de ‘
pai da Sociedade Velha’, Manuel de Oliveira

Fernando
Fitas

Rebelo, ocupou ao longos dos anos, vários
cargos dirigentes na Timbre, facto que lhe
permitiu adquirir um riquíssimo conjunto
de memórias acerca de acontecimentos
ocorridos, na sua “segunda casa.”
Das várias outras histórias, envolvendo seu
avô e através das quais se poderá aferir do
carinho que este nutria quer pelas gentes da
terra, quer pela Timbre, Manuel de Oliveira
Rebelo recorda, igualmente, a que se reporta
à falta da verba para a conclusão da obra do
antigo coreto do Largo da Igreja, realizada
em 1905.
“Nessa ocasião,” lembra, “ todos os associados
da Timbre pretendiam que a inauguração
tivesse lugar a 8 de Dezembro, dia de Nª. Srª
da Conceição, situação que levantava uma
certa angustia, tanto no seio da direcção como
na massa associativa, por mor de não haver
dinheiro que possibilitasse a concretização
desse sonho. Foi, então que meu avô, numa
das suas muitas manifestações de amor pela
colectividade, tomou a decisão de fazer
avançar a obra, assumindo a responsabilidade
pelo pagamento da importância que faltasse.
Desconheço o montante em causa, mas o
que é facto, é que o coreto, foi inaugurado
nesse dia, como todos ambicionávamos.”
(continua…)
Fernando Fitas
DR

Excerrtos de “Histórias AssociativasMemórias da Nossa Memória – 1º Volume As
Filarmónicas. Propriedade e edição Câmara
Municipal do Seixal.

ROSTOS DO SEIXAL
Linda Rodrigues

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Natural do Seixal, sempre viveu na
zona histórica, absorvendo vivências que,
mais tarde, se tornam transversais ao seu
fado.

A pedido de sua mãe, participou
numa festa e poetas populares, subindo
ao palco da Sociedade Filarmónica
União Seixalense, onde cantou pela
primeira vez fado de carácter profissional
acompanhada à guitarra portuguesa
e à viola de fado, abrindo portas à sua
carreira, levando este estilo musical a todo
o país e internacionalmente na Holanda,
França, Inglaterra, Luxemburgo, Estados
Unidos da América, Brasil, Alemanha,
entre outros países.
Gravou vários trabalhos discográficos,
denominando o último com o título
Linda Rodrigues - Fado, sendo gravado
ao vivo no Cineteatro São Vicente, na
Aldeia de Paio Pires.
Tem como madrinha do fado a fadista
Cidália Moreira e o saudoso cantor e
compositor Martinho da Silva.
Convidada para ser madrinha, pela
primeira vez de uma Marcha Popular de

Lisboa, a do Bairro de Alcântara, sendo
convidada para madrinha de marchas de
outros bairros entre eles Ajuda em Lisboa
e Seixal em Almada.
Conhecida como a fadista do Seixal,
Linda Rodrigues dedica sempre um
elogio à sua terra, continuando a levar o
fado ao país e ao mundo.

Mario Barradas

sociedade

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Transtejo incapaz de solucionar ligações
Seixal - Lisboa
Diariamente, centenas de passageiros desesperam na estação fluvial do Seixal e no Cais do Sodré, em Lisboa, devido à falta de barcos que
assegurem a ligação para o Seixal.
DR

mesmo barco avariado na segunda-feira e
já recolocado a navegar, tendo a Transtejo
fretado à Soflusa (Barreiro) um catamarã
para assegurar as viagens entre as cidades
do Seixal e Lisboa, assim como o velhinho
cacilheiro que voltou a circular entre estas
duas cidades.
Trantejo justifica
ligações com avaria

A situação deve-se, segundo a Transtejo,
à falta de navios em bom funcionamento,
ou seja, dos cerca de 30 que compõem a
frota, metade estão inoperacionais devido
a avarias ou operações de manutenção.
Nas últimas semanas, têm sido suprimidas
várias carreiras e os utentes sofrem com
a falta de navios e viagens com barcos
completamente lotados.
Os passageiros relatam o caos que se
vive na estação fluvial do Cais do Sodré:
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"Desde as cinco e meia da tarde que não
há barcos no Seixal e a estação a está à
pinha. Um pandemónio, ninguém dá
informações aos utentes, mulheres e
crianças estão todos ao monte", conta
uma passageira.
Outro passageiro conta que, desde a
última quarta-feira, as viagens entre o
Seixal e Lisboa têm sido feitas "apenas por
um barco - o São Jorge" que, nas horas de
ponta, torna-se incomportável, tendo este

supressão

de

Fonte da administração da Transtejo
confirmou a existência de "perturbações
no transporte fluvial entre o Cais do
Sodré e o Seixal". Os atrasos nas ligações
resultaram da avaria de um dos navios,
pelo que a empresa teve que proceder à sua
substituição. A disponibilização de outro
navio demorou algum tempo,
o que provocou tempos de
espera maiores que o habitual
no Cais do Sodré, explica a
mesma fonte na segunda-feira.
O navio de substituição
entrou em funcionamento
por volta das 19h00 e
tem capacidade para 600
passageiros, tendo a situação
ficado
normalizada
por
volta das 20h00, embora na
terça-feira voltasse a haver
problemas nas ligações e
muita confusão nos cais de
embarque.

Comissões de utentes sugerem
reclamação por escrito no local
"Os passageiros devem manifestar-se
no local, pois o titulo de transporte já
está pago e quem perde é sempre quem
mais precisa". Realçando a necessidade de
união entre os passageiros para reivindicar
melhores condições, as comissões de
utentes deslocaram-se ao Ministério do
Ambiente.
Muitos utentes criticam a passividade
dos seus conterrâneos que "não se mexem
para que as ligações sejam repostas e
haja respeito pelos passageiros", havendo
redução de ligações e perca de valências
há vários anos.
DR

Destinos

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Faial

Uma estranha sensação do belo

Dizem que são as filhas de uma deusa, filha de Neptuno e de Anfitrite. São nove. E todas elas têm um nome. Também uma cor. Como “Ilha
Azul”. Ou Ilha do Faial. Uma ilha que se tornou mundialmente conhecida por ter o mais famoso ponto de encontro de velejadores de todo
o mundo, o Peter Café. Mas também porque ali se deu, em 1957, uma erupção vulcânica, marcando definitivamente a sua paisagem. Os
Capelinhos. E porque ali também se encontram baleias e golfinhos. E mil e um cenários que se passeiam entre penhascos, pequenos montes,
vales profundos e verdejantes, piscinas naturais e praias de areia escura. onde o azul é omnipresente

Entre o Velho e o Novo Mundo, como que
boiando num infindável oceano, existem nove
ilhas. São os Açores, essas ilhas remotas rodeadas
pelo mesmo mar, quase que se olhando olhos nos
olhos. Algumas delas mesmo quase que se tocando.
Mas existem duas dessas ilhas onde esta sensação é mais presente, mais sentida, o Pico e o Faial.
E foi ao encontro desta última, separada do seu
vizinho Pico por uma estreita linha de água a que
chamam Canal do Faial e sob a guarda dos ilhéus
Em Pé e Deitado, que não tira os olhos de São Jorge e que parece estar sempre à procura de encontrar
no horizonte as outras ilhas que compõem o grupo
central do arquipélago açoriano, as ilhas da Terceira e da Graciosa, que partimos.
Faial que tem na marina da Horta a sua principal porta para o Mundo, esse museu vivo onde
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“Lobos do Mar” se passeiam ou pintam as pedras
e o chão como forma de agradecimento a Neptuno
por os terem trazido a terra firme, perpetuando a
sua passagem por esta ilha.
Percorrer este museu a céu aberto é sentir essa
doce sensação de que também somos velhos “Lobos

do Mar”, uma sensação que se prolonga quando
atravessamos a rua empedrada que separa este museu vivo de um conjunto de edifícios cujas fachadas
parecem contar histórias, e entramos naquela porta
encimada por uma tabuleta em madeira onde se
pode ler “Café Sport”, ladeada por dois cachalotes
esculpidos em madeira.
Nesse momento, apodera-se de nós uma outra
sensação. A de que acabámos de entrar num lugar
especial, único, como que num território livre de
fronteiras, frequentado por gentes de todas as latitudes e longitudes, uma verdadeira paragem do
mundo.
Depois, é seguir o que nos ensinaram. Pedir o
seu famoso gin tónico, a sua tosta mista e os sentidos, principalmente a audição. E deixarmo-nos
embalar pelas conversas que pairam no ar. Conversas de gentes que têm no mar a sua paixão, envoltas
num puro espírito de confraternização e convívio,
um lugar que se tornou mítico, uma referência incontornável para os velejadores de todo o mundo
que, desde há décadas, muitas décadas, ali buscam
acolhimento e trocam experiências.
Um lugar que também se tornou ponto de encontro de residentes, turistas, gente das mais diversas artes e gentes dos mares de todo o mundo,
e que abriga um dos mais completos museus de
scrimshaw, ou a arte de esculpir dentes e ossos de
baleia.
Mas há que deixar a cidade da Horta, depois de
mais um tonificante gin no Peter. Há que partir ao
encontro de muitas das outras curiosidades e tradições que sabiamente perpetuam nesta ilha.
E de segredos que fazem do Faial uma das
mais marcantes ilhas dos Açores. Mas sem
que antes olhemos para o chão e admiremos os seus passeios com belos desenhos
em calçada portuguesa.
Subir à Espalamaca, parar no Miradouro da Nª Sra. Conceição com vista panorâmica para a Horta e lado norte da ilha,
prosseguir até aos Flamengos e aí deliciarmo-nos com os seus belos moinhos e esse

fascinante Vale dos Flamengos, seguir em direcção
à Caldeira, descer para a zona norte da ilha, entre
verdes pastagens bordeadas por hortênsias, e parar
no miradouro com vista para a Fajã.
Uma paragem obrigatória que servirá não só
para revisitar todos esses lugares que ficaram para
trás, numa viagem pela nossa memória marcada
pela policromia dos caminhos, mas também para
tentar adivinhar o que nos espera mais além, sabendo que nesse mais além iremos encontrar um
lugar único e o mais marcante não só para o Faial
mas também para todos os Açores.
São os Capelinhos, um lugar cheio de história e

de estórias, um lugar que nem a nossa mais criativa imaginação consegue desenhar. Uma paisagem
completamente oposta a todas as outras que possamos encontrar no Faial, que nos arrebata pela
sua imponência e estranha beleza, numa mostra
constante da grande força da Natureza, da brutalidade que emergiu da grande erupção de 1957,
soterrando campos, casas e vidas, mas criando uma
das mais fantásticas paisagens dos Açores.
Lugar onde acontece um pôr-do-sol único, em
frente do qual continuam a “navegar” golfinhos e
baleias, parte integrante da cultura, vida e história
das gentes desta ilha.
Texto e fotos: Fernando Borges

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entrevista

CSS | 9 de Dezembro de 2016

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LA2u,

uma Banda covers
Uma Banda com estilos musicais diversificados, em que o ponto forte
concentra-se nos anos 80 e no rock. Mas desde clássicos portugueses,
êxitos brasileiros, pop, blues, música espanhola, até pimba... mas pouco.
Confessa Luís Ledo e André Fernandes.

Quando surgiu a ideia de formar a
banda?
Estávamos os dois​ numa banda
completa de covers e um dia decidimos
experimentar como funcionaria em
acústico só os dois.
Como é que se conheceram os
elementos da Banda e a ideia de formar
a mesma partiu de quem?
Conhecemo-nos no olx, num anúncio
que o Luís tinha metido à procura de
vocalista para uma banda de garagem de
covers rock. A ideia dos LA2u surgiu dos
dois, numa brincadeira em casa do Luís
com a viola.
Quantos elementos fazem parte da
Banda? Apresenta-nos cada um deles.
Luís Ledo, 41 anos, 2 filhos,​
funcionário público, gosta de motas,
desporto e viciado em guitarras​. André
Fernandes, 28 anos, 1 filho, vigilante de
profissão, escrita criativa e cantar são os
seus hobbies​.
O nome LA2u, surgiu como?
L (Luis) A (André) 2 (two=to) u (you),
mais simples do que parece.
Nos vossos concertos tocam covers,
de que estilos musicais?
Como o nosso projecto é só com
uma viola, fazemos tudo para animar ao
máximo o público. Tocamos de tudo um
pouco. O ponto forte concentra-se nos
anos 80 e no rock. Mas desde clássicos
portugueses, êxitos brasileiros, pop, blues,
musica espanhola, até pimba... mas pouco​
.
Como é que correm os vossos ensaios?
Descontraídos. No verão vamos ate
à praia com a viola e quando não dá, é
na casa de um ou de outro. Como a
amizade e cumplicidade já é muita, os
ensaios saem naturalmente e sempre
com boa disposição. Normalmente não
perdemos muito tempo com uma música,
pegamos nela e damos-lhe o nosso toque
mais rockeiro e se não resultar, passamos
à frente sem remorsos... As coisas têm de
sair fluidas para resultarem ao vivo como
desejamos.
Concertos, todos diferentes uns dos
outros. Uma história engraçada que vos
tenha acontecido num concerto?
É pá… Já foram muitas. Desde
estarmos num palco grande nas festas de
uma vila e entrar um senhor, sabe-se lá
de onde. Ficou ao nosso lado no palco e
dava dicas sobre o que estávamos a fazer e
ideias sobre as músicas que iríamos tocar
a seguir.
Já foram várias as vezes que invadem
o palco em grupo ou a solo e começam
a cantar. Isso já é prata da casa. Mas é
sempre muito engraçado.
Sem ser com terceiros, acho que a mais
caricata foi quando tentei (André) abrir
uma cerveja, mas estava agitada e levei
com a carica mesmo no meio do olho.
Não achei grande piada na altura mas um
grupo de holandeses que estavam a ver o
concerto, riram-se até ao fim do mesmo…

​Mas também houve episódios tristes.
Namorei (Luís) uma guitarra durante​
largos meses, e num dia em que tocávamos
num concerto de angariação de fundos,
decidi comprá-la. A malfadada só durou
um concerto... quando estávamos no
palco olhei para trás e vi o André com a
guitarra na mão, tinha acabado de cair do
palco e ficou completamente destruída.
Primeiro concerto, onde foi e como
correu?
Numa concentração de treinadores de
cães, na escola de um amigo meu (André).
Foi muito bom. Um ambiente acolhedor
com um cenário engraçado, tocámos
sentados em fardos de palha... frente a
gente simpática e bem-disposta.
Como foi o vosso percurso, do
anonimato para o mercado musical?
Complicado foi arranjar carteira de
Dificuldades que sentiram desde o
clientes... muita rede social. Muitas negas início da Banda?
na cara. Mas com tempo e trabalho
Falta de material. Falta de conhecimento
arranjámos os nossos clientes e fizemos ate do mercado. Recebermos um preço que
mesmo muitos amigos pelo país fora.
achamos justo pelo nosso trabalho…

Para além da família e dos amigos,
tiveram outro tipo de apoio?
Sem dúvida. Fomos criando grandes
laços com clientes. No Carvalhal, em
Santa Margarida, Abrantes e estamos de
momento fixos no Bairro Alto todas as
sextas. A família sempre apoiou a ir ver os
concertos e a aturar alguns ensaios...​
No vosso ponto de vista, o que falta
a nível de apoios para ajudar as bandas
de garagem a passarem da garagem
para o mercado musical?
Acreditarem no talento que os músicos
portugueses têm. Apostar neles sem
medo… Por falta disso mesmo não nos
lançamos em originais…
Para terminarmos, despeçam-se com
uma música vossa, pode ser?
Time of your life… dos Green Day.
A primeira que tocámos os dois. E o
significado em si… afinal estamos a ter
um momento na nossa vida…

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CSS | 9 de Dezembro de 2016

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Saúde

CSS | 9 de Dezembro de 2016

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MELHORAR OS EFEITOS
DA MENOPAUSA

NUTRIÇÃO

Jorge Neves

Adriana Marçal

Entre os primeiros sintomas da menopausa
e o final dos ciclos menstruais podem decorrer
anos. No entanto, é aconselhável, desde logo,
adaptação ao nível do estilo de vida. Adequar
os hábitos às transformações do organismo
assegura uma transição mais cómoda e ajuda a
atenuar os efeitos da menopausa.
DR

Será que podemos
comer Pão?
Ou este alimento
engorda?
Quando há uma iniciativa para
começar uma dieta e se começa a pensar
em perder peso, os hidratos de carbono,
e especialmente o pão, são logo retirados
do nosso dia alimentar.
Existem vários tipos de pão, centeio,
mistura, trigo, integral, de alfarroba, de
sementes, entre outros tipos.
Este é confecionado somente por 4
ingredientes: a farinha a utilizar (aqui
determina o tipo de pão), fermento,
água e sal.
Poderá depois ser acrescentado outros
ingredientes que o tornem um alimento
mais ou menos rico nutricionalmente,
como por exemplo a adição de sementes.
Tem na sua composição entre 10%
a 15% de proteína e uma quantidade
considerável de fibras, vitaminas e
minerais.
É um alimento que trás benefícios para
a saúde prevenindo alguns problemas de
saúde como doenças cardíacas, diabetes,
obesidade e alguns tipos de cancros.
Contudo não é qualquer tipo de pão
que podemos consumir para nos trazer
estes benefícios.
Ter atenção ao rótulo e a lista de
ingredientes é fundamental para uma
melhor escolha, evitando assim os que
são embalados e feitos para durar vários
dias.
A maioria das pessoas, deixa de comer
pão para começar a perder peso, e fazem
substituições ainda piores, como por
exemplo as bolachas.
As bolachas têm um ar bastante
inocente, são fáceis de transportar, mais
apetitosas, está escrito na embalagem
que são integrais ou de aveia, muitos
motivos que nos levam a consumi-las.
Contudo, se for tiver em atenção aos
ingredientes e à composição nutricional
deste alimento, verifica a quantidade
de aditivos, para além do açúcar e da
gordura que é adicionado, ainda são
alimentos processados.
Será que o pão é mesmo um
alimento a evitar no emagrecimento?
Faça as escolhas corretas e procure um
profissional para o ajudar quando tiver
dúvidas.
DR

diariamente: está demonstrado que 15 minutos
por dia de exposição solar nos antebraços
ajuda a repor os níveis da vitamina D que é
essencial para lidar com os possíveis efeitos da
menopausa. Aconselhe-se com o médico sobre
a necessidade de tomar um suplemento.

está a urinar e interrompe o fluxo urinário.
Mantenha a contração durante cinco segundos
e relaxe durante outros cinco. Ao longo do dia,
realize três séries de dez exercícios.
Reduza o desconforto vaginal recorrendo
a um lubrificante à base de água (sem
glicerina, que pode provocar irritação) ou à
aplicação local de uma solução (creme, anel,
comprimidos) com estrogénios. Aconselhe-se
com o seu ginecologista.

Modere a ingestão de sal e proteínas,
que potenciam a eliminação de cálcio pela
urina, bem como de bebidas alcoólicas e
estimulantes como o café, que favorecem o
risco de problemas cardiovasculares e cancro
da mama.

Deixe de fumar. Se ainda não o fez, esta
é a altura ideal. Além da menopausa tender
a surgir mais cedo, as mulheres fumadoras
tendem a sofrer mais com os sintomas da
menopausa e têm risco agravado de outros
efeitos da menopausa, como problemas
cardiovasculares, osteoporose e cancro.

Mantenha um estilo de vida ativo (ande a
pé, use escadas em vez do elevador, evite passar
muitas horas sentada) e, três vezes por semana,
pratique um desporto com carga (corrida,
Conselhos práticos para atenuar os dança, musculação) durante 30 a 45 minutos,
para preservar a massa muscular e o peso,
efeitos da menopausa
estimular a formação óssea e reduzir o risco
Adote uma dieta rica em fruta e vegetais, de problemas cardiovasculares. O exercício
privilegiando o azeite e limitando a ingestão físico deve ser monitorizado e adequado às
condições de saúde: peça aconselhamento
de gorduras saturadas e doces.
médico e acompanhamento profissional.
Reforce a ingestão de alimentos ricos em
Reduza o risco de incontinência urinária,
cálcio e vitamina D, que ajudam a preservar
os ossos: leite e derivados, sardinhas com fortaleça a musculatura pélvica praticando
espinha, leguminosas, cereais integrais, exercícios deKegel: com a bexiga vazia,
legumes de folha verde. Exponha-se ao sol contraia os músculos a que recorre quando

Não se esqueça de se informar junto
do seu ginecologista sobre as vantagens e
inconvenientes de recorrer a tratamento
hormonal ou a eventuais alternativas para
retardar os sintomas da menopausa e o
processo de envelhecimento.
Ao adotar estas medidas, além de aumentar
o seu conforto e bem-estar no imediato, estará
a reduzir o risco de problemas de saúde a prazo.

Açafrão
A revista francesa “Alternatif bienêtre”, cujo subtítulo é, significativamente,
“Le Journal d’Information des Solutions
Alternatives de Santé”, na sua edição de
janeiro de 2016, traz um desenvolvido
artigo sobre o açafrão. A revista é
revolucionária porque põe em causa
tratamentos e remédios utilizados
correntemente pela medicina alopática,
através de argumentos razoáveis e é sempre
com muito interesse que a recebo.
No tocante ao açafrão, observe-se apenas
as frases que encimam as várias partes do
estudo: - Depressão: a arma secreta dos
médicos persas; a especiaria mais cara
do mundo; as virtudes antidepressivas;
contrariar os transtornos sexuais;
depressão dos adolescentes: os tratamentos
podem matar; eficácia contra o Alzheimer.
Não vou, como é óbvio, traduzir tudo o
que diz a revista, mas deixo estes títulos
para aguçar a curiosidade dos leitores
sobre uma planta ainda insuficientemente
utilizada pelos portugueses.
Atenção! Falo da herbácea denominada
cientificamente Crocus sativus L que é
uma Iridaceae e não de outros sucedâneos,
usados habitualmente por serem mais
baratos, a que o vulgo e o comércio
também chamam de açafrão. É o caso da
Curcuma longa que é uma Zingiberacea
e da Carthamus tinctorius que é uma
Asteraceae.
O açafrão, conhecido e utilizado há
milhares de anos, é justamente apelidado
de ouro vermelho devido ao alto preço que
atinge no mercado mundial. Um quilo
desta apreciada especiaria custa de mil a
três mil euros, conforme a sua qualidade.
O que se aproveita da planta são apenas
os três estigmas de cada flor que é colhida
manualmente. São necessárias cerca de
150 mil flores para obter um quilo desses
filamentos que depois são devidamente
secos e pulverizados. É pois a mão-deobra que encarece extraordinariamente o
produto, já que o processo de cultivo não
parece difícil.
A planta é bulbosa, perene, de 10 a
15 cm de altura, dá-se bem em terrenos

Miguel Boieiro

medianamente arenosos e precisa de
uma boa insolação. As flores aparecem
em outubro, tendo seis pétalas lilases,
três estames amarelos e três estigmas
(filamentos) de vermelho intenso que são
o que se aproveita, tudo o mais é tóxico.
Julga-se que o açafrão é originário da
bacia mediterrânica, do próximo oriente
e duma cintura geográfica que vai daí
até à Índia. Segundo a citada “Alternatif
bien-être”, o Irão é atualmente o principal
produtor, detendo cerca de 90% de toda

DR

Nutricionista

a produção mundial. São também os
iranianos quem mais investiga a planta
sob o ponto de vista medicinal, tendo
chegado a conclusões incríveis sobre
as suas múltiplas aplicações vantajosas
comparadas com medicamentos de
danosos efeitos secundários.
O açafrão consegue inibir moléculas
e enzimas responsáveis por inflamações
crónicas, melhora a função cerebral,
reduz o risco de doenças do coração,
combate o cancro, previne a doença de
Alzheimer, trata as artrites, a depressão
e o envelhecimento precoce, facilita a
digestão, alivia o fígado e atenua a pressão
arterial. Querem mais?
Contém mais de 150 compostos
voláteis e aromáticos, carotenoides,
glucósidos amargos, corantes (crócina),
ferro, magnésio, potássio, fósforo, zinco,
cálcio, selénio, pró-vitamina A, vitaminas
B1, B2, B3 e C. Das suas propriedades
fitoterapêuticas assinalam-se as seguintes:
analgésica, tónica, digestiva, aperitiva,
sedativa, antiviral, anti-inflamatória,
antioxidante, emenagoga, carminativa,
antiespasmódica. Todavia, em doses

elevadas pode ser abortivo e produzir
hemorragias internas e vertigens. O “chá”,
para beber três chávenas diariamente, não
deve levar mais do que 2 gramas do pó
para um litro de água.
Como condimento, com o seu gosto
penetrante, o açafrão está omnipresente na
culinária hindu, árabe e persa. No ocidente
é sobejamente conhecida a sua utilização
na “paella” valenciana, conferindo ao arroz
uma coloração característica. É também
um dos componentes do afamado caril.
Na maior parte das vezes, contudo, o
consumidor é enganado porque, em vez
do Crocus sativus, a cor amarela vem do
pó extraído da raiz da curcuma, também
chamada açafrão-das-índias. Ora, sem
desprimor pelas qualidades da curcuma
que, de resto, são muitas, ela nada tem
a ver com o sabor único do verdadeiro
açafrão. Atrevo-me a afirmar que a maior
parte dos menus apresentados no nosso
país como contendo açafrão, não possuem
o verdadeiro açafrão.
A fama da planta provém-lhe também
de ser um corante notável. A propósito,
diga-se que a palavra açafrão vem do árabe
e significa amarelo. As típicas túnicas dos
monges budistas ilustram bem a beleza da
coloração amarelo-laranja proporcionada
pelo açafrão.
Termino, voltando de novo aos atributos
medicinais e às descobertas dos cientistas
iranianos. Eles dizem que o açafrão é o
suplemento nutricional mais completo que
existe, sendo a melhor substância natural
para combater as depressões e substituir
medicamentos com efeitos secundários
arrepiantes, como o “Prozac” e quejandos.
Deixo um desafio aos nossos
agricultores. Por que não investir na
produção do Crocus sativus em Portugal?
Temos solos e clima adequados, o valor
do produto é elevado, há mercado a nível
mundial, e pode contribuir para baixar a
taxa de desemprego. Por que não?

gastronomia

CSS | 9 de Dezembro de 2016

11

receita:
Rolinhos de salmão e queijo de cabra
DR

Materiais:
• Plástico filme
• Película aderente
• Faca de dentes

Preparação:
• Passo 1: Coloque plástico filme/
película aderente sobre uma
superfície plana. Pousar uma fatia
de salmão fumado e espalhar queijo
de cabra por cima.
• Passo 2: Colocar um espargo no
meio e enrolar.
• Passo 3: Enrole no plástico filme e
coloque no frigorífico/geladeira por
algumas horas.
• Faça o mesmo para cada fatia de
salmão.
• Passo 4: Quando retirar do frio,
retire o plástico filme e polvilhe
com sementes de sésamo/gergelim.
Corte em rodelas e sirva.

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Ingredientes:


6 Fatias de salmão fumado



200 g de queijo de cabra fresco



4 aspargos/espargos verdes



sementes de sésamo/gergelim

Observações:
O queijo: queijo de cabra mas poderá usar o queijo que preferir, desde que possa espalhar.
Os espargos: espargos em vidro já cozidos, é mais fácil cortar no fim.
Faca para cortar: para não estragar as rodelas de salmão, corte com uma faca de dentes.

reportagem

CSS | 9 de Dezembro de 2016

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Sibilas Fashion | ccram

direito

Rubina Freitas

No passado dia 19 de Novembro o CCRAM foi palco de um espetáculo de moda – Sibilas Fashion – numa noite
de glamour, música, dança e fantasia.

Advogada, responsável pela área
de Insolvências da Paulo Silva
e Associados – Sociedade de
Advogados

A Reabilitação Económica do Devedor
Pessoa Singular no Processo de Insolvência
O Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas criou o regime da
“exoneração do passivo restante”, que
visa proteger as pessoas singulares com
problemas de endividamento excessivo,
em particular, aquelas que ao longo dos
últimos anos foram aliciadas pelas instituições de crédito a contrair créditos
fáceis, créditos estes, muitas vezes, irresponsavelmente concedidos, porquanto
não foi efectuado o dever de avaliação
prévia da solvabilidade dos seus clientes.
Nos termos do referido regime, sempre que o património do devedor não
seja suficiente para satisfazer os créditos
dos credores de forma integral, ao invés
de ficar submerso em dívidas que nunca
conseguirá liquidar, pode o mesmo pedir
a sua Insolvência, com “exoneração do
passivo restante”, libertando-se das dívidas que não forem integralmente pagas
no processo de insolvência ou nos cinco
anos posteriores ao encerramento deste, permitindo, assim, ao devedor a sua
reintegração plena na vida económica,
ou, por outras palavras, concedendo-lhe
uma segunda oportunidade de recomeçar uma vida livre de dívidas.
Para a obtenção deste benefício é necessário que o devedor se apresente à
insolvência nos seis meses seguintes ao
momento em que verifica que se encontra impossibilitado de cumprir as suas
obrigações já vencidas, impossibilidade
essa que se traduz na maior parte dos
casos no incumprimento generalizado,
nos últimos seis meses, de empréstimos
bancários, de pagamentos de rendas de
qualquer tipo de contrato de locação (arrendamento para habitação/ Leasing ou
ALD), entre outros.
Após a declaração de insolvência,
procede-se à liquidação de todo o património do devedor para pagamento das
dívidas ao credores, sendo que após a
fase de liquidação o processo de insolvência é encerrado e o devedor continua
por um período de cinco anos após o
encerramento - designado por período
de cessão - obrigado ao pagamento dos
créditos da insolvência que não hajam
sido integralmente satisfeitos, pagamento esse que será feito através da entrega a
um fiduciário (administrador nomeado
pelo tribunal) de todos os rendimentos
que o devedor obtenha durante esse
período e que ultrapassem o valor do
rendimento mínimo fixado pelo tribunal para a sua vivência digna, ficando o
fiduciário responsável pela distribuição
anual dos montantes recebidos pelos credores. Sendo que, no final desse período
de cinco anos será proferido o despacho
de exoneração que liberta o devedor das
eventuais dívidas ainda pendentes de pagamento.
Note-se, por importante, que nem
todas as dívidas do devedor são objecto
deste perdão, estão excluídas as dívidas
decorrentes de pensões de alimentos não
pagas, as dívidas às Finanças, as dívidas
por multas, coimas e outras sanções pecuniárias que sejam aplicadas ao devedor
pela prática de crimes ou contra-ordenações, continuando o devedor obrigado a
satisfazê-las mesmo após o despacho de
exoneração.

Organizado pelo grupo de dança
Sibilas, da responsabilidade da Prof.
Virgínia Gonçalves, que teve este ano a
sua 6ª edição, tem vindo gradualmente
a agigantar-se! O que ao início era a
“gracinha” de uma classe, tem vindo
a crescer e a ganhar uma dimensão
que faz com o que o cariz “caseiro”
do Sibilas Fashion esteja cada vez
mais longe, projetando o bom nome
do CCRAM para fora de portas,
tornando-se um evento importante na
região.
Os convidados foram recebidos com
um apontamento doce da Pastelaria
Emílio Preto Rego, uma flute de
Champanhe e um café e para além de
desfrutarem do desfile. Presenteados
com as dançantes atuações dos grupos
Movimentus, da escola secundária
Cacilhas Tejo (responsabilidade da
Prof. Virgínia), Dança Contemporânea
da escola de movimento e arte
Vivadança (Prof. Íris Ferreira) e do
ouro da casa, Dança Mix, Corpinhus,
Corpus, Ritmus e, claro, Sibilas.

O evento teve o apoio da Camara
Municipal do Seixal e da Junta de
Freguesia de Corroios, contou com
dois patrocínios - Pastelaria Emílio
Preto Rego e Florista Maria dos Anjos
– e 13 parceiros - Ginásio Pump,
Style&Personality, Maria Bemfeita,
LadyBee acessórios, Kid to Kid, Orange

Bloom, Boutique Anita, Filipa Malanho,
T. M. Cabeleireiro, Ana Ramos Ferreira
(FM World), Figuras & Aventuras, Ana
Veigas Estética&Cabeleireiro e Mary
Kay. Juntos, conseguiram transformar o
Pavilhão Municipal do Alto do Moinho
numa passerelle glamourosa, fashion e
mágica!

A ASNEIRA DEVE SOBREVIVER!...
A asneira está banalizada. Não
matem a asneira. Não façam dela uma
coisa insidiosa e percebam que é mais
que apenas a vontade de berrar um
palavrão. A asneira não é um recurso.
Algo a que devamos recorrer quando
mais nada funciona. A asneira não
merece o desleixo e o cansaço. E muito
menos a complacência de quem lhe
atribui o justo valor.
Esta reflexão assola-me no momento
em que descubro o mais flagrante
exemplo de maus tratos ao calão
nacional.
Depois do Saul Ricardo cantar a
plenos pulmões que o “o bacalhau
quer alho” e de se ter disseminado
a brejeirice sob a forma de cantiga
nacional, no mais requintado estilo
pimba, agora a Porto Editora resolveu
incluir no dicionário o vernáculo.
Estava eu a fazer uma consulta na letra
“f” á procura do significado da palavra
“fogafoga”, que fiquem desde já a saber
significa pressa, azáfama, eis que olho
para cima, como quem vai a caminho
de “fobia”, e tropeço em …. sim, nessas
que estão a pensar. Meio tolo, rodei a
cabeça para a esquerda e depois para a
direita e como não vinha ninguém, fui a
outras letras á procura da contra prova.
E lá estavam todas escarrapachadas,

sem excepção nem descriminação.
Ora dá-se o caso de que o legitimo
dono do dicionário tem 11 anos e a
tendência normal á asneira própria da
idade. Ainda que veja com naturalidade
que uma criança saiba que as palavras
existem, também sou partidário, de que
deve ser treinada para não as utilizar.
Que poder de argumentação tenho
eu, quando tiver que ser chamada a
adanoestar e corrigir, quando a bíblia
linguística promove a propensão
marginal a utilização da asneira?
Mas não é só isso. Não me vou aqui
armar em falso puritano e levar a pensar
que outra ideia se sobrepõe á evidência
de que eu próprio deito a unha ao
calão. É claro que largo “bujardas” em
determinadas circunstâncias.
Há alguma coisa que substitua o
poder terapêutico duma asneira das
fortes, pronunciadas com garbo quando
entalo um dedo, ou torço um pé e
quase me “espalho” no chão? E o que
dizer o efeito que faz o ruminar entre
dentes um palavrão enquanto procuro
o telemóvel que toca frequentemente
no fundo da mala que trago a tiracol
e o encontro precisamente ao último
toque? Não merece desprezo, no
mundo das pessoas crescidas, a vertente
afrodisíaca da palavra obscura e o

poder de inflamar os ânimos. Portanto,
uma asneira é um vocábulo com vida
própria e com um gosto a especiaria
exótica. Uma espécie de terapia vocal,
a droga dura da palavra, que só faz
sentido ser consumida com recato.
Integrar a asneira no meio dos outros
vocábulos é banalizá-la e desequilibrar
o ecossistema linguístico.
Eu bem sei que o mundo pula e
avança, mas há coisas que é melhor
estarem sossegadas no mesmo sítio….

José Mantas

A

Agenda
Agenda

DR

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DR

Domingo, 11 de Dezembro às 17h00
no Cineteatro Municipal João Mota
em sesimbra, um maravilhoso mundo
vivem os Trolls, criaturas adoráveis,
com cores chamativas e cabelos pontiagudos, sempre com uma canção
na ponta da língua, e os pessimistas
Bergens, que apenas estão felizes quando têm os adoráveis e muito
saborosos Trolls no estômago.Para salvarem alguns dos amigos,
Ramo parte para uma aventura ao lado de Poppy, líder dos Trolls.
Inicialmente inimigos, conforme os desafios são superados eles
descobrem que no fundo combinam. Um filme de animação, em
ritmo de musical, que dá vida aos famosos “trolls da sorte”, bonecos
criados pelo lenhador dinamarquês Thomas Dam (1909-1986).

"Anjos"
Sábado, dia 10 de Dezembro
às 17h30, nas Instalações da
ArtesanalPesca em Sesimbra, um
concerto da banda portuguesa
Anjos, formada pelos irmãos
Sérgio e Nelson Rosado. A banda
surgiu em 1998, e rapidamente
se transformou num dos maiores fenómenos de popularidade de
sempre na música em Portugal. Este vai ser o primeiro espetáculo
dos Anjos em Sesimbra, terra que há cerca de 20 anos escolheram
para viver. Os bilhetes são gratuitos e vão estar disponíveis no Posto
de Turismo de Sesimbra e na sede da empresa.
Nos últimos anos, a ArtesanalPesca transformou-se num
exemplo a seguir, conseguindo transformar uma pequena unidade
numa moderna e imponente infraestrutura.

Fandango
no Cineteatro

União
Seixalense

Numa parceria ímpar com
a Paróquia do Seixal, a Sociedade Filarmónica União Seixalense apresenta a sua banda
filarmónica e alunos da escola
de música, fazendo recolha de
alimentos para os seixalenses.
No dia 10 de dezembro pelas 21:30 horas, a Sociedade
Filarmónica União Seixalense
abre portas para o tradicional
Concerto de Natal pela sua
banda, participando o coro e
os alunos da Escola de Música
Matias Lucas desta coletividade e o cantor, músico da casa,
Mário Barradas, numa noite
de surpresas e muita música.
A Paróquia de Nossa Senhora
da Conceição do Seixal recolherá alimentos para ajudar famílias carenciadas da freguesia. Entrada gratuita

Dia 10 de dezembro, sábado, às 21.30 horas, no
Cineteatro Municipal João
Mota, em Sesimbra. Fandango nasce da colaboração
entre Gabriel Gomes e Luís
Varatojo, dois músicos com
larga experiência, fundadores de bandas como Sétima
Legião e Madredeus (Gabriel)
ou Peste & Sida e A Naifa
(Luís). As suas músicas são
uma mistura exótica de ins-

DR

Trolls

DR

Realiza-se nos dias 11,
12 e 13 de dezembro, no
Jardim do Fogueteiro e num
espaço adjacente, entre as
ruas Joaquim Bensaúde e
Santo Condestável, onde
estará o Circo Atlas. A Fábrica de Sonhos, com doçaria de Natal e artesanato,
a Fábrica do Fumeiro, cânticos de Natal com grupos
corais do concelho, animações e ateliês infantis no
Hospital das Brincadeiras
e várias diversões para as
crianças. Será ainda na
Aldeia Natal do Seixal que
terá início a Campanha
1 Voto pelo Hospital no
Seixal, marcam presença
no evento. Com o com o
lema «O natal está à sua
porta», viva a magia desta
época em família na Aldeia
de Natal do Seixal. Pois, o
Natal está à sua porta.

13

DR

A Aldeia Natal
do Seixal

CSS | 9 de Dezembro de 2016

trumentos acústicos (acordeão e guitarra) com beats
de eletrónica, que tanto podem fazer a banda sonora
perfeita para um pôr-do-sol
na costa atlântica, como a
animação para uma noite na
pista de dança. Os Fandango
conseguem transportar o público numa viagem pela paisagem e cultura portuguesa.
Um grande Concerto de Inverno a não perder.
Para maiores de 6 anos.
Bilhete: 10euros

lazer

CSS | 9 de Dezembro de 2016

12
14
14

DESCUBRA AS 9 DIFERENÇAS
O NOSSO SEIXAL...
ORIGINAL

cinema

Escola: os Piores
Anos da Minha Vida

9 a 15 de Dezembro

Carneiro

21-03 a 20-04

Amor: Poderá ser surpreendido com uma declaração de amor.
Saúde: Evite as gorduras.
Dinheiro: a calma para resolver um problema no
seu trabalho.
Números da Semana: 8, 10, 1, 2, 3, 9

Touro

21-04 a 21-05

Amor: Poderá viver uma relação fugaz, mas cheia
de paixão.
Saúde: Relaxe e liberte o stress acumulado no
dia a dia.
Dinheiro: A nível financeiro está tudo controlado.
Números da Semana: 44, 11, 5, 36, 1, 4

Gémeos

21-04 a 21-05

Amor: A sua felicidade poderá despertar comentários
invejosos.
Saúde: Cuide do seu sistema cardiorrespiratório.
Dinheiro: Esteja atento às atitudes de um colega
pouco sincero.
Números da Semana: 44, 47, 49, 25, 26, 4

ALTERADO

Caranguejo

21-06 a 23-07

Amor: Empenhe-se a cem por cento num
envolvimento amoroso recente.
Saúde: Faça uma desintoxicação ao seu organismo.
Dinheiro: Fase favorável ao fecho de negócios.
Números da Semana: 2, 4, 13, 22, 31, 44

dr

Leão

O discreto artista adolescente Rafe
Katchadorian tem uma imaginação fértil, está
farto da secundária e de todas as regras que lhe
impõem. Com o amigo Leo, desenvolve um
plano: quebrar cada um dos regulamentos da
escola.

Sudoku

música

Quinteto Lisboa

24-07 a 23-08

Amor: Controle o mau-humor.
Saúde: Deve gerir bem as suas energias para não
se sentir desgastado.
Dinheiro: Controle eficientemente a sua vida financeira.
Números da Semana: 11, 14, 32, 39, 41, 48

Virgem

24-08 a 23-09

Amor: As suas mudanças de humor poderão trazer
alguns problemas.
Saúde: Receberá os resultados de um exame e
sentir-se-á muito aliviado.
Dinheiro: Procure não tomar nenhuma decisão
sem antes analisar tudo o que ela implica.
Números da Semana: 33, 6, 21, 4, 7, 8

Balança

24-09 a 23-10

Amor: Confie mais na sua cara-metade.
Saúde: Poderá sentir-se psicologicamente fragilizado.
Dinheiro: Seja firme e não deixe que abusem da
sua boa vontade.
Números da Semana: 9, 14, 45, 46, 49, 7

Escorpião

24-10 a 22-11

Amor: Uma discussão com o seu par deixá-lo-á
preocupado.
Saúde: Poderá passar por uma fase de desânimo.
Dinheiro: Não gaste mais do que tem, pense no
futuro.
Números da Semana: 19, 22, 29, 36, 45, 47

Sagitário

23-11 a 21-12

Amor: Aproveite para estar mais tempo com os
seus amigos.
Saúde: Modere as suas emoções.
Dinheiro: Ritmo de trabalho intenso mas o resultado será muito gratificante.
Números da Semana: 8, 10, 4, 3, 36, 33

SOLUÇÃO

dr

Capricórnio

Este disco tem como missão de oferecer uma nova alma a esse estilo tão tradicionalmente português. Álbum de estreia
dos “Quinteto Lisboa” suporta-se nas raízes nacionais da área em que está inserido
e é apresentado pelos seus criadores como
“a nova música urbana” do nosso país. O
disco nasceu como fruto dos vários anos
de grande cumplicidade artística entre
os compositores João Monge e João Gil.
Com vozes de Paulo de Carvalho e Maria
Berasarte, o grupo é ainda composto por
José Peixoto, Fernando Júdice e João.

22-12 a 20-01

Amor: Procure dar um pouco mais de ânimo e
vitalidade à sua relação afetiva.
Saúde: Cuidado com as costas, não faça
grandes esforços.
Dinheiro: Nunca deixe para amanhã aquilo que
pode fazer hoje, será prejudicial para si.
Números da Semana: 5, 25, 15, 45, 14, 7

Aquário

21-01 a 19-02

Amor: Exija do seu par a verdade sobre as suas
intenções.
Saúde: O cansaço físico pode ser resolvido com um
bom banho relaxante.
Dinheiro: Reflita acerca do seu futuro profissional.
Números da Semana: 8, 1, 4, 7, 17, 19

Peixes

20-02 a 20-03

Amor: Alguém poderá pedir-lhe perdão por um
erro cometido no passado.
Saúde: Cuide da sua saúde oral, poderá ter um abcesso.
Dinheiro: Possível entrada de dinheiro.
Números da Semana: 45, 4, 10, 1, 2, 3

Desporto

CSS | 9 de Dezembro de 2016

11
15

JUDO
DO CCDP

G.D. CRIAR-T
SEIXAL HÓQUEI

dr

Semana Desportiva 48

Escola de Hóquei em Patins do
G.D.Criar-t Seixal Hóquei , Iniciação à
Patinagem Hoquista às Quartas – Feiras
, das 18.30 hs às 19.30 hs a partir dos 4
anos ambos os sexos , vem experimentar
e trás um amigo ( a ) , contacto tlm
937637636

BRE
VES

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Captação de Sub-9 ( Benjamins ) , se
nasceste em 2008 e 2009 e jogas Hóquei
em Patins vem ter connosco e participa
nesta equipa da Criar-t . Contacta por
e-mail: mail@criar-t.org

O Centro Cultural e Desportivo das
Paivas participou no mais importante
torneio da época para o Judo nacional
que se realizou no Distrito de Setúbal e
em que estiveram presentes mais de 50
Clubes, num total de 720 atletas.

TRIATLO E CANOAGEM NA A.N.A.
Estão abertas as inscrições para a Escola de Triatlo na Associação
Naval Amorense, podendo os interessados treinar gratuitamente durante
duas semanas para poderem testar as suas potencialidades nesta
modalidade.
Também os jovens entre os 9 e os 15 anos podem participar numa
aula experimental de iniciação à Canoagem, aproveitando as excelentes
condições da baía do Seixal para a prática do remo.

A judoca Daniela Quaresma do
CCDP obteve o 1.º lugar na categoria
dos 57 kg, tendo os restantes membros do
Clube conquistado 2 medalhas de ouros,
3 de bronze, 3 quartos classificados e 2
quintas posições.

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CSS | 9 de Dezembro de 2016


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