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Comércio 329.pdf


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CSS | 31 de Janeiro de 2017

3

TERNACIONALIZAÇÃO em encontro no seixal
DR

o Turismo, na promoção e criação de rotas
turísticas que tenham passagem no centro
histórico, com a criação de incentivos e
apoio a jovens empresários, a residências
de estudantes ou alojamento temporário,
tirar mais partido de actividades ligadas
ao rio, a desburocratização de processos
de requalificação urbanística e incentivos
á instalação de novas industrias.

Sem o aumento da produção, de bens
transacionáveis e outros, não haverá
aumento das exportações, a procura
interna tenderá a cair e, mesmo em
retracção, as importações tenderão a
pesar crescentemente no desequilíbrio da
balança de pagamentos

A adopção de técnicas de marketing
inovadoras feitas em conjunto pelo
comercio do Seixal, favorecendo a sua
divulgação.

Sem crescimento económico não haverá
criação de novos empregos sustentáveis e
com direitos.

Da parte do Grupo E.T.E. – Empresa
de Tráfego e Estiva, SA, o Comandante
Pedro Virtuoso fez a apresentação da
actividade do grupo, que se centra
no transporte marítimo, operações
portuárias, transporte fluvial, agentes de
navegação, operação logística, engenharia
e reparação naval.
Com presença em Moçambique, Cabo
Verde, Colômbia e Uruguai, o Grupo
assegura Serviços de Transporte Marítimo
de Linha Regular, com ligação quinzenal,
a Cabo Verde, Canárias, Guiné-Bissau
e Mauritânia, e ligação semanal à Ásia e
mercados de língua portuguesa (28 Portos
asiáticos)
Aproveitou a ocasião para apresentar o
“Baía do Seixal” – 1º Rebocador construído
no estaleiro da Navaltagus, empresa do
Grupo, cujas valências e localização são
um factor diferenciador na atracção de
um turismo internacional de valor para o
Porto de Recreio da Baía do Seixal.
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Portugal 2020 assegurem a criação de
empregos, promovam a sustentabilidade
e a competitividade das empresas. Sem
investimento público, dificilmente haverá
investimento privado significativo.

Sem que estes pré-requisitos estejam
assegurados, a procura do mercado interno
não terá o crescimento desejado, tendo
em vista a sustentabilidade do tecido
empresarial português e o crescimento da
economia nacional.

Finalizou o período de intervenções
o Presidente da CPPME, João Vicente,
que recordou o caderno reivindicativo das
PME, que representam 95% do tecido
empresarial do País, nomeadamente a
necessidade de redução da carga fiscal
às MPME que se impõe. Continua o
anacronismo do IVA de Caixa, que leva a
que este continue a ser pago mesmo antes
de ser recebido.

Seguiu-se um período de debate
animado, com a colocação de diversas
questões aos intervenientes onde foram
colocadas questões práticas sobre a
estratégia do município, ao que foi
A CPPME exige a redução dos respondido com a presença em diversas
custos fixos e de contexto: electricidade, feiras internacionais
combustíveis, portagens, água, tratamento
de resíduos sólidos e líquidos e muitas
outras taxas que tornam insuportável a
vida de uma Micro e Pequena Empresa
e uma política de crédito com juros
aceitáveis e compatíveis com a realidade
económica nacional, fazendo votos
para que os Fundos Comunitários do