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ambiente

CSS | 31 de Janeiro de 2017

5

Organismo Estatal renovou
a Licença Ambiental

DR

Mesmo depois de várias
exposições
à
Agência
Portuguesa do Ambiente
sobre os perigos para a
saúde pública provocados
pela poluição gerada pela
SN-Seixal, SA / MEGASA,
aquele Organismo Estatal
renovou
a
Licença
Ambiental
à
entidade
prevaricadora, restando aos
“Contaminados”
recorrer
às instituições europeias
e por isso a necessidade
de organizar com o maior
número de dados o “dossier”
a apresentar.

poesia

José Henriques

A vida
A vida...
é uma aprendizagem
mas primeiro que os outros,
nós próprios é que temos de nos valorizar,
acreditar e lutar para seguirmos em frente.
Mas também nunca devemos de esquecer
que alguém nos colocou cá, neste mundo.
E existem coisas, palavras,
afetos e momentos
que depois de perdermos alguém...

Apela-se aos antigos trabalhadores da
Siderurgia que disponham de informações
importantes sobre os efeitos das descargas
poluentes com origem na fábrica, quer na
saúde dos próprios trabalhadores, quer no que
respeita à saúde das populações que residem
no perímetro de influência da fábrica, que
contactem com este Grupo, expondo-nos o que
julgarem ser relevante.
Pretende-se,
principalmente,
obter
informação sobre os seguintes temas; casos de que
tenham conhecimento relativos a doenças do foro
respiratório, designadamente Doença Pulmonar
Obstrutiva Crónica e Carcinoma do Pulmão,
bem como da área de otorrinolaringologia, tais
como alergias e doenças do nariz e garganta
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e, ainda, carcinoma de estômago. Existência,
manutenção e funcionamento de equipamentos
de filtragem e contenção de gases e poeiras,
bem como de aparelhagem destinada a aferir,
em permanência, a qualidade do ar, tanto nas
instalações fabris, como para evitar que as
descargas para a atmosfera não pusessem em
causa a saúde pública. Quais ou qual o tipo de
equipamento de proteção individual contra a
emissão de gases e poeiras eram disponibilizados
aos trabalhadores em funções em tarefas e locais
onde essas emissões aconteciam?
Que tipo proteção havia para os trabalhadores
que procediam ao corte dos «ursos» e outras
grandes peças de sucata? Faziam-no sem
máscaras? Em que condições?

Como eram protegidos os «pontistas» e
outros trabalhadores sujeitos em permanência a
elevadas concentrações de gases e poeiras?
A saúde da população residente na periferia
da fábrica era uma preocupação constante da
administração?
As informações que entenderem prestar
podem ser enviadas através do e-mail
contaminados.seixal@gmail.com.
Os depoimentos ajudarão, entre outras
finalidades, a ilustrar a exposição que será
apresentada, sobre esta questão, à Organização
Mundial de Saúde e à União Europeia,
salvaguardando-se o anonimato (caso o
desejem), de todos os que se dispuserem a
participar.

isso nunca mais se recupera
e fica para sempre...
uma amargura dentro de nós.

(A todos os que partiram sem um ultimo
adeus)