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ENTREVISTA
CSS | 31 de Maio de 2017
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BANDA VENICE CATHOUSE
Os “Venïce Cathouse” são uma banda multicultural, constituída por membros de três países diferentes que se juntaram para celebrarem a
música Rock. O “Comércio” falou com um dos membros, Mário França, que nos deu a conhecer o projecto.
pelo Bairro Alto, eram de Venice Beach
na California e sendo Los Angeles um
sítio de partida para a nossa sonoridade,
achámos que seria um nome porreiro.
Cathouse vem da série que passava aqui
em Portugal na TV como Rancho das
Coelhinhas.
Têm três músicas disponíveis no
vosso canal do Youtube, para quando
a gravação de um CD?
Para terminar, quando e onde os
podemos ver ao vivo?
Temos uns quantos concertos, os mais
próximos são dia 3 de Junho para quem
quiser curar a ressaca de Rock depois dos
Guns n' Roses, no Another Place, perto
de Cacilhas, antigo Almada Bikers, com
os Tones of Rock e com Toxikull e dia
15 de Julho na Incrível Almadense com
Affäire, tudo boas bandas, vale a pena
ouvir.
Provavelmente iremos gravar uns temas
no verão para fazer um EP, se a coisa
correr bem e tiver aderência, avançamos
logo para o álbum.
Quantos e quem são os membros da e fomos apresentados por um amigo em
banda?
comum, o Chris já era amigo dele da
mesma cidade e decidiu vir para cá.
Os membros da banda são: Jim
No início tocávamos os três mas fiz o
Gäddnäs na voz, Mário França na convite ao Jonathan pela internet porque
guitarra, Jonathan Boggard no Baixo e já o conhecia de vista da cena Rock de
Christian Dahl na bateria.
Lisboa.
O Jim e o Christian vêm da Finlândia
Uma grande vantagem que os nórdicos
e o Jonathan do Brasil.
têm em relação a nós Portugueses, nunca
se atrasam e trabalhamos na banda como
Como surgiu a ideia de criar a banda se fosse uma empresa.
com membros de outros países?
Como escolheram o nome?
A ideia de criar uma banda
com membros de outros países foi
O nome foi escolhido pela junção de
completamente aleatória.
duas ideias; Venïce veio de um grupo
O Jim decidiu experimentar Portugal de miúdas que andavam numa noite
União Seixalense comemora 146 anos
da sua fundação
Sessão Solene comemorativa acontece no dia 4 de junho, pelas 16:00 horas, seguida de um concerto pela sua banda filarmónica no Salão Nobre António da Cunha, onde o passado e o presente estarão de mãos dadas.
gravou um disco de vinil por iniciativa da
então Comissão das Comemorações do
Centenário. Em 2001 gravou um CD e em
2005, gravou o “Marés” – o seu segundo
CD, reconhecido internacionalmente
pela qualidade artística das obras
interpretadas, gravando em 2012 o álbum
de passodobles "António Ribeiro Telles".
A Sociedade Filarmónica União
Seixalense, também designada por "Os
Prussianos", foi fundada a 1 de junho
de 1871, no reinado de Dom Luís, junto
com a banda filarmónica.
Foram conferidos à União, ao
longo da sua existência, as seguintes
distinções: Medalha de Louvor, pela
Cruz Vermelha Portuguesa (1926); Grau
de Dama da Ordem de Benemerência,
pelo Presidente da República Óscar
Carmona (14 de Novembro de 1935);
Medalha de Instrução e Arte e Diploma
de Generosidade e Filantropia, pela
Federação Portuguesa das Coletividades
de Cultura e Recreio (1956); Medalha
de Honra, pela Câmara Municipal do
Seixal, entre outras.
Das atividades culturais da Sociedade
Filarmónica União Seixalense, destacase a promoção da cultura através da
banda filarmónica, que mantém em
actividade uma escola de música - Escola
de Música Matias Lucas, que funciona
ininterruptamente desde a sua fundação.
Os alunos da Escola de Música também
Em
1971,
no
decurso
das
promovem actividades, tais como o Coro
comemorações do seu centenário, a banda
e Orquestra Juvenil.
A banda da União Seixalense foi a
primeira em Portugal a interpretar a
Ópera "Carmen" de Georges Bizet,
trazida por um presidente da direção na
sua ida a França no século XIX, organizou
o seu primeiro Grupo Cénico em 1927 e
a Biblioteca foi inaugurada em 1945. Nos
anos 70 do século passado, o programa
televisivo ZIP ZIP deu origem a uma
sátira organizada pela União Seixalense
que atraia centenas de espetadores - o
PIZ PIZ, recebendo na sua sede social as
figuras de destaque de então, tais como
Raúl Solnado, José Fialho Gouveia ou,
noutro cariz, Mário Soares, Simone de
Oliveira ou José Hermano Saraiva, que
gravou para a RTP o Seixal e a história
da União Seixalense. Existiu ainda uma
comissão que cuidava de todos os eventos
e até da própria Sociedade: a Comissão
dos Anjinhos Enrascados, que organizava
as Festas de São Pedro do Seixal,
destacando o primeiro arraial eletrificado
erigido pela União Seixalense na Praça
Luís de Camões.
Em 2003 foi retomada a Marcha
Popular de São Pedro, que estava
inatividade desde 1971 e em 2007 foi
criado um grupo musical de animação de
rua: Os Algazarra & Companhia.
A Sociedade de hoje, dispõe de uma
renovada sala de desporto e de diversas
ofertas na sua Escola de Música Matias
Lucas.
Ao longo de tantos anos de história, a
Sociedade Filarmónica União Seixalense,
continua a trazer centenas de pessoas
ao seu seio, quer para os famosos Bailes
de Carnaval, para a sua Sala de Petiscos
com vista sobre o Tejo ou para assistir
a um concerto da sua centenária banda
filarmónica.
