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Diário da República, 2.ª série — N.º 109 — 5 de junho de 2012

1981 (fevereiro) a 1983 (janeiro): Internato complementar de clínica
geral, terminando com a classificação de 14,85 valores;
1978 (junho, por um período de dois anos): Serviço Militar na Marinha;
1978 (junho): Internato de policlínica efetuado no concelho de Vila
Nova de Famalicão.
Cargos e funções:
2009 (março): Diretor executivo do ACES Ave III — Famalicão até
à presente data;
2004 (março) a 2009 (março):
Diretor do Centro de Saúde de Famalicão I e II (despacho n.º 94/2004);
Formador de clínicos gerais em formação específica e em internatos
complementares de clínica geral;
Preletor em congressos regionais e nacionais;
Membro de júris de exame para assistente graduado, consultor e chefe
de serviço, a nível da Ordem dos Médicos, ARS Norte e ARS Centro;
11 de dezembro de 2001 a 9 de março de 2004: Diretor do Centro de
Saúde de Vila Nova de Famalicão I (despacho n.º 9133/2001);
2000 (maio) a 2001 (dezembro): Chefe do serviço de cuidados personalizados de saúde;
1987 (fevereiro) a 1994 (fevereiro): Chefe do serviço de cuidados
personalizados de saúde;
1983 (julho) a 1987 (fevereiro): Chefia de Ambulatório;
Anos letivos de 1974 a 1977: Monitor de cadeira de Química Fisiológica na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Aspetos relevantes como diretor executivo: Como diretor executivo,
sempre privilegiou a gestão por objetivos.
Neste âmbito:
Concluiu o Curso «PACES DIRECT — Programa Avançado de Gestão
para Diretores Executivos dos ACES», com uma duração de 400 horas;
Substituição dos médicos em unidades de saúde não contratualizadas,
de forma a colmatar ausências sem recorrer a trabalho extraordinário;
Reuniões periódicas com o Conselho da Comunidade;
Reuniões trimestrais com as USF e UCSP;
Audiências com os utentes;
Monitorização e avaliação do desempenho dos profissionais (SIADAP);
Todas as atividades inerentes ao cargo de diretor executivo.
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Despacho n.º 7745/2012
Nos termos e ao abrigo das disposições conjugadas do artigo 19.º do
Decreto-Lei n.º 28/2008, de 22 de fevereiro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Leis n.os 248/2009, de 22 de setembro, 102/2009,
de 11 de maio, e 81/2009, de 2 de abril, e ainda da Portaria n.º 273/2009,
de 18 de março, retificada pela Declaração de Retificação n.º 32/2009,
publicada no Diário da República, 1.a série, n.º 94, de 15 de maio de
2009, determina-se, sob proposta do conselho diretivo da Administração
Regional de Saúde do Norte, I. P., o seguinte:
1 — É designado para o cargo de diretor executivo do Agrupamento
de Centros de Saúde do Douro II — Douro Sul, pelo período de três
anos, o licenciado José Carlos Simões de Carvalho, atendendo à competência técnica, aptidão, experiência profissional e formação adequada
evidenciadas na respetiva sinopse curricular que se anexa ao presente
despacho, dele fazendo parte integrante.
2 — O presente despacho produz efeitos no dia imediato ao da sua
assinatura.
24 de maio de 2012. — O Ministro da Saúde, Paulo José de Ribeiro
Moita de Macedo.
Curriculum vitae
Informação pessoal:
Nome: José Carlos Simões de Carvalho;
Morada: Av. dos Bombeiros Voluntários, lote 57, 3610-019 Tarouca;
Nacionalidade: Portuguesa;
Naturalidade: Santo António dos Olivais, Coimbra;
Data de nascimento: 7 de março de 1956.
Formação académica e profissional relevante:
30 de outubro de 1982 — Licenciatura em Medicina pela Faculdade
de Medicina da Universidade de Coimbra;
1983-1984 — Completa, com êxito, o Internato Geral no Hospital
Distrital de Viseu. 1995 — Conclui, com sucesso, a formação complementar específica;

1997 — Após concurso, é nomeado com o grau de consultor. Por
inexistência de vagas, exerce a sua atividade como assistente graduado
de clínica geral.
Outras formações:
1985 — Cursos de Guerra Nuclear, Biológica e Química e de Tática
Sanitária na Escola de Serviço de Saúde Militar, em Lisboa;
2009 — PACES Direct — Formação dos Diretores Executivos.
Funções de diretor executivo ACES Douro II Douro Sul:
2009:
Por despacho do Secretário de Estado da Saúde, é designado diretor
executivo do Agrupamento de Centros de Saúde Douro II Douro Sul;
Frequenta a formação PACES Direct — Formação para Diretores
Executivos dos ACES;
Inicia um estudo diagnóstico das unidades funcionais do ACES, procedendo às reorganizações das unidades com evidentes disfuncionalidades.
Neste processo, envolveu todas as unidades funcionais e todos os profissionais com a realização de reuniões, resultando numa análise Swot;
Instala a Unidade de Apoio à Gestão, com um número reduzido de
profissionais residentes, mas com envolvimento de outros nas diversas
unidades funcionais;
Participa na reorganização das urgências na região pela instalação da
SUB de Moimenta da Beira;
Concretiza-se a definição da imagem corporativa do ACES e a sua
apresentação num fórum de profissionais e outros convidados;
2010:
Promove reuniões com autarcas com vista à eleição (indicação) do
presidente do Conselho da Comunidade;
Promove, com o apoio da UAG, um modelo de otimização das unidades funcionais. Este modelo permitiu a identificação de ineficiências
funcionais e desadequação do número de recursos humanos afetos;
Inicia-se o processo de contratualização interna com uma abordagem
Unidade a Unidade para sensibilização e preparação dos profissionais
para este novo paradigma na Gestão e Governança da Saúde;
Com o Departamento de Obras e Equipamentos da ARS Norte,
desenvolvem-se ações conducentes à construção de um edifício adequado
para a SUB de Moimenta da Beira. «Obras já na 2.a fase»;
Promove reuniões conjuntas com todos os presidentes de câmara para
uma abordagem estratégica de saúde na região;
Realizou em janeiro de 2010 a reunião do conselho executivo, já com
a presença do representante das autarquias;
Implementou-se no ACES a figura «Gestor de Meio» nas unidades
funcionais, com vista à racionalização de recursos;
Plano de Desempenho em resultado de feedback obtido em reunião
com coordenadores, responsáveis de enfermagem, responsáveis administrativos, UAG, diretor executivo e conselho clínico e Conselho da
Comunidade;
Inventariação das anomalias existentes nos edifícios do ACES e
ineficiências e uma intervenção nas unidades com mais problemas.
Grandes intervenções em São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço
e Moimenta da Beira;
Promove, com o apoio da UAG, um modelo de minimização do
TE — Trabalho Extraordinário. Este modelo torna-se fundamental para a
resolução de problemas pela falta de profissionais médicos e enfermeiros;
Realizou-se a instalação do Conselho da Comunidade e a sua primeira
reunião;
Participação ativa nos Núcleos Executivos de Ação Social dos concelhos do ACES para aproximar a saúde às dinâmicas locais;
Organização dos Programas de Saúde Escolar;
Apoio com grande proximidade com as diferentes IPSS’s da região
na organização e vigilância das atividades para a saúde;
Programa «Todos pela Visão» que mobilizou aproximadamente
5000 pessoas com o apoio das câmaras municipais;
O Plano de Desempenho do ACES foi fruto de um trabalho exaustivo junto de cada Unidade, fazendo nele refletir as necessidades e as
potencialidades de cada estrutura;
Incentiva os profissionais para a criação das UCC’s no ACES;
2011:
Estabelece um canal de partilha de ideias — «Eu faria assim, ACES
Douro Sul 2011»;
A sede do ACES é instalada em espaço adequado;
«Inquérito à Qualidade Percecionada», com o envolvimento de técnicos da UAG e apoio das psicólogas, nutricionistas, assistentes sociais,
conselho clínico e colaboração da UTAD — Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro;