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sociedade

CSS | 24 de Fevereiro de 2017

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“Sea to See – Missão em Alto Mar”

universo paralelo

RioSul Shopping convida os mais novos a mergulhar no mundo da expedição marítima.

O “Sea to See – Missão em Alto Mar”
tem entrada livre e vai estar no Piso 0 do
RioSul Shopping, até 19 de Março, das
11h e as 21h. O RioSul Shopping desafia
os mais novos a mergulhar no “Sea to See
– Missão em Alto Mar”, uma iniciativa
que convida à descoberta das histórias
e segredos das profundezas dos mares e
oceanos, com muita diversão.
Integrado no projeto “Animação de A
a Z”, o evento vai incluir um conjunto
de atividades lúdico-didáticas gratuitas,
dirigidas principalmente a crianças dos 5 e
aos 10 anos, que vão ajudar a compreender
a exploração do mundo subaquático,
a história dos descobrimentos, entre
muitas outras curiosidades do mundo
dos mares através de artefactos expostos,
amostras e elementos multimédia. “Sea
to See - Missão em Alto Mar” dividese em sete áreas: Caravela, Submarino,
Exposição de Artefactos, Exposição dos
Oceanos, Exposição dos Mergulhadores,
Sentinelas do Mar e Photo Opportunity.
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Caravela: o local onde é introduzida
história sobre a Era dos Descobrimentos,
sendo esta réplica o cenário perfeito para
transmitir aos mais novos as descobertas
feitas no passado. Submarino que leva
todos os visitantes até ao fundo do
oceano. Nesta estrutura, as crianças
totalmente equipadas são convidadas a
viajar pelo mundo subaquático dentro
de um submarino repleto de atividades,
simulações
e
muitas
interações.
Exposição de Artefactos relacionada com
o mar e a exploração subaquática. Aqui as
crianças podem conhecer diversos objetos
marítimos como o astrolábio, uma réplica
da bússola do Titanic, nós de marinheiro,
uma âncora, entre muitos outros
elementos. Exposição dos Oceanos. os
pequenos visitantes vão poder saber
mais sobre os cinco oceanos, a história
da vida marinha, os ecossistemas, o
impacto do homem sobre o oceano, entre
outras temáticas que envolvem as “águas
salgadas”. Quase no fim deste percurso,

o “Sea to See” apresenta a Exposição
dos Mergulhadores, o momento em
que é abordada a história do mergulho
e onde os mais novos vão poder ver a
evolução dos fatos destes aventureiros,
desde o passado até à atualidade. E o
caminho pelos mares e oceanos termina
com as Sentinelas do Mar, o local onde
é possível saber mais sobre a evolução
dos faróis, desde o da Alexandria até
aos da atualidade. O percurso termina
num cenário subaquático, onde os
participantes podem tirar fotografias
num ambiente diferente e registar a
experiência.

Dário S. Cardina Codinha

Mézinhas naturais
e Monstros químicos
Muita gente confunde o que é químico do
que é natural. São a mesma coisa, já que
tudo, mas tudo, é químico. Um medicamento
é uma substância testada e com efeitos
comprovados. O resto, as mezinhas, os
produtos homeopáticos, fitoterápicos e outras
engenhocas não apresentam qualquer teste de
efeitos benéficos ou secundários, por isso não
são medicamentos. Contudo, não é necessário
testar estes produtos, pois como se lê e ouve
muito "se não fizer bem, mal também não
faz". Ou seja, não faz nem uma coisa nem
outra porque são inócuos. E gastar dinheiro
num produto inócuo é mau negócio. Os
medicamentos têm uma imagem negativa de
monstros, fruto da estratégia das clínicas da
moda do bem-estar e das energias - que nunca
ninguém catalogou e que seguem caminhos
que nunca nenhum físico demonstrou, por isso
são apenas ficção. A imagética japonesa passou
dos desenhos animados, que direccionavam
fluxos enegéticos com estrelinhas para
onde queriam, para a realidade das terapias
alternativas. Vende-se muito o equilíbio, mas
o equilíbrio energético significa morte. Passo
a explicar: Imaginem um rio onde existe um
moinho de água. Essa água flui porque existe
uma diferença energética entre o segmento de
rio a montante relativamente àquela que existe
no segmento de rio a jusante. Isso faz com que
a água permaneça em movimento e, por sua
vez, é esse movimento que faz mover as pás do
moinho e fazer pão. Com os organismos vivos
acontece o mesmo, necessitam de diferenças
energéticas, de gradientes de concentração,
termodinâmicos, eléctricos, entre outros, para
a maquinaria mecular e celular funcionar.
Só assim, com um desequilíbrio, é que
funcionamos.