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CULTURA

CSS | 13 de Janeiro de 2017

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“Natal nos Reis” do CCRAM
com a casa cheia

buraco da minhoca

Dário S. Cardina Codinha

No Auditório 1 do Centro Cultural e Recreativo do Alto do Moinho (CCRAM), no passado dia 8 Janeiro
decorreu a festa cultural de celebração do Natal e Dia de Reis: “Natal nos Reis”.
A tarde de domingo ficou
marcada pela presença de diversas
classes musicais e de teatro da
coletividade que, com os seus dons
e saberes, encantaram o público
com as suas apresentações.
Com a capacidade para receber
mais de 80 pessoas, o auditório,
depressa se encheu. A organização
teve de improvisar mais lugares
para que todos pudessem assistir
à diversidade cultural que os
pequenos e grandes artistas
tinham para mostrar.
Para além da Arte Musical
(oferecida pelas classes “As
Cores”, “Talentos sem Fronteiras”
e pelo trio “Black and White”),
os presentes assistiram a uma
interpretação de dança feita
pela Beatriz Rodrigues; a uma
pequena atuação de teatro de
improviso feita por dois alunos do
centro de estudos Moinho Sábio;
interpretações das classes de
violino e acordeão da Academia
de Música do CCRAM e,
também a um excerto daquela
que promete ser uma brilhante
peça de teatro, representada pela classe CCR
Artes e Magias.
Com a peça infantil recomendada pelo
Plano Nacional de Leitura “Isto aqui é o
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DR

inferno” com data prevista para o início no
mês de Fevereiro, o público soltou imensas
gargalhadas, ficando com vontade de querer
var mais!

Terminando A Festa “Natal nos Reis”
com um beberete para todos (artistas, staff
e público), cujos Bolos-reis foram oferecidos
pela Pastelaria Dom Sardo’s, em Corroios.

Extra-Terrestres para Breve
Neste momento toda a água que encontramos em
Marte está congelada. Não existem condições para
que a água seja líquida porque a atmosfera é fina de
mais. Em Marte existe gelo nas calotas polares e a
sonda MRO descobriu água congelada em latitudes
intermediárias. Na terraformação temos de aquecer
o planeta, engrossar a atmosfera e alterar a sua
composição para podermos respirar. A atmosfera de
Marte é composta por 96% de dióxido de carbono,
1,93% de argão e 1,89% de azoto. Na Terra, a
atmosfera tem 78% de azoto e 21% de oxigénio
e vestígios de outros gases. O primeiro passo será
aquecer Marte para o gás carbónico preso no gelo
seco das calotas polares ser libertado para a atmosfera
marciana, gerando aquecimento global já que este
gás promove o efeito estufa. Uma das ideias para
começar a aquecer o planeta é o envio de uma frota
de satélites com espelhos que irão amplificar os raios
solares. Com o gás carbónico libertado, a pressão
atmosférica aumenta e permite a presença de água
líquida. Além da fotossíntese, as cianobactérias
também vão ter o seu papel em Marte. Poderão ser
usadas grandes colónias destas bactérias, que captam
o gás carbónico e libertam oxigénio. Só assim teremos
capacidade de aquecer o planeta, descongelar a água
e retomar o ciclo da água há muito perdido. Mas o
processo de terraformar Marte demorará centenas,
milhares ou milhões de anos, afinal é um processo de
geoengenharia aplicada num corpo gigante. Depois
disso, Marte será habitável e teremos as primeiras
gerações. Muita gente imagina ETs como seres muito
estranhos, de cabeça grande, corpo completamente
desprovido de pêlos, grandes olhos, boca pequena e
sem orelhas. Enfim, muito descritivo para um ser que
nunca foi visto e que se desconfia que nem sequer
exista. Todavia, os primeiros ETs com quem teremos
contacto serão iguais a nós e até falarão a nossa
língua! Daqui a uns anos poderemos dizer que não
estamos sozinho no Universo (estando provavelmente
sozinhos no universo) pois temos contacto com ETs
nossos vizinhos, que também seremos nós. Um dia,
seremos visitados por nós próprios, multi-planetários.