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cultura
CSS | 07 de Julho de 2017
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Poema
VANDALISMO À SOLTA
Pinhal Dias
A Compreensão
Filo! Pra compreender os amigos
E também para ser compreendido
Basta abrir o livro dos antigos
P’lo saber, nada fica escondido
Conversando e saber escutar
Na hora d’aflição e decisiva
Entra o amigo, pronto ajudar!
Clima lhe apraz! De voz apreensiva
Os desabafos ficarão aquém
Para não ofender mais alguém
Coração!? Entra noutra dimensão
Sejamos todos compreensivos
Por guardar conselhos apelativos!
Flui no ser feliz “A Compreensão”
Pinhal Dias (Lahnip) PT
(In: “Sonhos Reflectidos”)
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Um pouco por todo o País –
incluindo, infelizmente, a nossa
região – o vandalismo é uma
marca da nossa sociedade em
nossos dias. São paredes pintadas,
os sinais de trânsito vandalizados,
os espelhos orientadores dos
peões e automobilistas partidos,
uns após outros, sempre que são
substituídos.
As autarquias enfrentam, ano
após ano, avultados encargos
com todo este vandalismo à solta
que, quase geralmente, passa
impune por desconhecimento das
autoridades policiais de quem são
os energúmenos que se dedicam a
estas atitudes contra a sociedade.
devemos sentir mobilizados para caso dos cartazes da eleição para o
a denúncia dos prevaricadores e as Presidente da República.
autoridades, sobretudo as policiais,
devem ter mão pesada para ver se
Vamos limpar o País!
esta praga de energúmenos, que
por aí anda à solta, tem emenda de
Alguma entidade tem que
vez.
assumir, agora e no futuro, este
gesto de limpeza.
Outro malefício que acontece na
sociedade portuguesa é o péssimo
Mais um acto eleitoral se
aspecto com que o País fica no aproxima daqui por poucos meses
fim de cada acto eleitoral com os e com ele mais umas paredes
cartazes das mais variadas formas borradas e umas toneladas de papel
e feitios, que deviam ser retirados espalhados por tudo quanto é sítio,
logo após os actos eleitorais, mas desordenadamente…
qual quê, vencedores e vencidos
dos vários actos eleitorais e,
nalguns casos os próprios partidos,
ao que parece, não sentem
responsabilidades por esta atitude
de “limpar” o País deste “lixo”
eleitoral que volvidos 43 anos de
vida democrática, ainda ninguém
assumiu como devendo ser limpos
José Mantas
os painéis com cartazes diversos,
logo que acabam as campanhas e
os actos eleitorais.
Destruir sinais de trânsito,
espelhos orientadores dos peões
e dos automobilistas e implantar
gatafunhos de mau gosto que
sujam as paredes de prédios e, até
por vezes, de monumentos são
atitudes que só nos envergonham,
além dos prejuízos e custos que
implicam, repetidamente, encargos
É que, certamente, todos
para as autarquias e para os donos concordamos, não é agradável,
dos prédios.
nem educativo para os jovens,
ver vandalizados os símbolos dos
Este tipo de situações são Partidos e, também por exemplo,
daquelas para as quais todos nos as caras de pessoas respeitáveis no
